
Actualmente a sociedade despertou para um novo problema que afecta um grande número de escolas e de alunos. Claro que não lidamos com um problema novo, é já um problema antigo, basta termos noção que, violência entre pares sempre existiu, mas será que atingia, em termos da violência imposta, as actuais proporções?
Assim, podemos traduzir Bullying, como a intenção em criar mal-estar e em querer controlar outra pessoa, é um acto repetido ao longo do tempo e implica também um desequilíbrio de poder entre as partes intervenientes. É uma agressão que pode ser de cariz físico, psicológico, social ou sexual, seja como for, provoca no agredido, danos físicos e psicológicos graves, porque não surte somente efeitos a curto prazo, as vítimas no futuro podem sentir dificuldades de concentração, nas relações interpessoais e íntimas.
Com a evolução das tecnologias, o Bullying assume actualmente outras formas, como o cyberbullying, onde são captadas imagens, ou produzidas mensagens, com o intuito de humilhar o outro, e de seguida difundidas via MMS, ou da Internet.
Contudo, uma pequena discussão ou luta isolada entre colegas, não pode ser considerado Bullying, mas sim violência entre pares.
Desta forma, esta problemática ocorre na sua grande maioria em contexto escolar, e são evidentes os grandes esforços, que os conselhos executivos em geral, fazem para assegurar a segurança dos alunos. Não obstante, existem sempre locais nas escolas, mais desprotegidos, e logo, privilegiados pelos agressores, como as casas-de-banho, os recreios, os corredores e os portões das escolas, entre outros locais. Para algumas crianças, o intervalo das aulas, de lúdico passa a tormento.
Aos pais, importa estar atento a alguns sinais que das crianças, somatizações de dores de cabeça, náuseas, febres, desmotivação e resistência às actividades escolares, descida no rendimento escolar, às “perdas” de dinheiro, bens materiais ou escolares com regularidade, aumento de ansiedade, insegurança, entre outros. Aos pais, pede-se dialogo, compreensão, mas também acção, não de vingança, mas de procurar os responsáveis pela escola ou mesmo a Escola Segura da GNR e da PSP, e em conjunto com eles investigar o problema a fundo de forma a ter uma rápida e eficiente resolução, e apoio para a criança. Assim, estará a ajudar o seu filho e as outras crianças.
Como precaução, aconselhe o seu filho a não estar sozinho durante os intervalos, a percorrer com companhia o percurso entre casa e a escola, a não transportar bens materiais ou quantidades de dinheiro desnecessárias. Mantenha também um regular contacto com o director de turma, fale com ele estas questões, para que esse profissional o ajude nas medidas que deve adoptar para proteger o seu filho. E muito importante, não motive o seu filho a agredir com as históricas afirmações “todos te batem”, o actual problema é outro, diferente das lutas do seu tempo de escola. Esteja atento para que o seu filho não seja uma vítima mas também não se transforme ele num agressor.
Assim, podemos traduzir Bullying, como a intenção em criar mal-estar e em querer controlar outra pessoa, é um acto repetido ao longo do tempo e implica também um desequilíbrio de poder entre as partes intervenientes. É uma agressão que pode ser de cariz físico, psicológico, social ou sexual, seja como for, provoca no agredido, danos físicos e psicológicos graves, porque não surte somente efeitos a curto prazo, as vítimas no futuro podem sentir dificuldades de concentração, nas relações interpessoais e íntimas.
Com a evolução das tecnologias, o Bullying assume actualmente outras formas, como o cyberbullying, onde são captadas imagens, ou produzidas mensagens, com o intuito de humilhar o outro, e de seguida difundidas via MMS, ou da Internet.
Contudo, uma pequena discussão ou luta isolada entre colegas, não pode ser considerado Bullying, mas sim violência entre pares.
Desta forma, esta problemática ocorre na sua grande maioria em contexto escolar, e são evidentes os grandes esforços, que os conselhos executivos em geral, fazem para assegurar a segurança dos alunos. Não obstante, existem sempre locais nas escolas, mais desprotegidos, e logo, privilegiados pelos agressores, como as casas-de-banho, os recreios, os corredores e os portões das escolas, entre outros locais. Para algumas crianças, o intervalo das aulas, de lúdico passa a tormento.
Aos pais, importa estar atento a alguns sinais que das crianças, somatizações de dores de cabeça, náuseas, febres, desmotivação e resistência às actividades escolares, descida no rendimento escolar, às “perdas” de dinheiro, bens materiais ou escolares com regularidade, aumento de ansiedade, insegurança, entre outros. Aos pais, pede-se dialogo, compreensão, mas também acção, não de vingança, mas de procurar os responsáveis pela escola ou mesmo a Escola Segura da GNR e da PSP, e em conjunto com eles investigar o problema a fundo de forma a ter uma rápida e eficiente resolução, e apoio para a criança. Assim, estará a ajudar o seu filho e as outras crianças.
Como precaução, aconselhe o seu filho a não estar sozinho durante os intervalos, a percorrer com companhia o percurso entre casa e a escola, a não transportar bens materiais ou quantidades de dinheiro desnecessárias. Mantenha também um regular contacto com o director de turma, fale com ele estas questões, para que esse profissional o ajude nas medidas que deve adoptar para proteger o seu filho. E muito importante, não motive o seu filho a agredir com as históricas afirmações “todos te batem”, o actual problema é outro, diferente das lutas do seu tempo de escola. Esteja atento para que o seu filho não seja uma vítima mas também não se transforme ele num agressor.
Ismael Martins
Rita Louro